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Estado de emergência: o que está aberto (e não é pouco)

Além de supermercados, farmácias e postos de combustíveis, existem muitos outros estabelecimentos e negócios que prestam serviços ou bens a funcionar durante o período do estado de emergência. Descubra, neste artigo, tudo o que pode comprar.

Após a declaração do estado de emergência efetuada pelo Presidente da República, a 18 de março de 2020, para conter a proliferação da Covid-19, o Governo elencou as medidas que procedem à sua execução, nomeadamente o que pode e não pode estar aberto enquanto perdurar esta situação excecional nunca vivida em democracia.  Abaixo listamos todos os tipos de negócios e de estabelecimentos comerciais que continuam abertos, com base no Decreto n.º 2-A/2020.

Tipos de estabelecimentos e negócios abertos:

  • Minimercados, supermercados, hipermercados;
  • Frutarias, talhos, peixarias, padarias;
  • Mercados, nos casos de venda de produtos alimentares;
  • Produção e distribuição agroalimentar;
  • Lotas;
  • Restauração e bebidas (take away e entrega ao domicílio);
  • Confeção de refeições prontas a levar para casa, nos termos do presente decreto;
  • Serviços médicos ou outros serviços de saúde e apoio social;
  • Farmácias e locais de venda de medicamentos não sujeitos a receita médica;
  • Estabelecimentos de produtos médicos e ortopédicos;
  • Oculistas;
  • Estabelecimentos de produtos cosméticos e de higiene;
  • Estabelecimentos de produtos naturais e dietéticos;
  • Serviços públicos essenciais e respetiva reparação e manutenção (água, energia elétrica, gás natural e gases de petróleo liquefeitos canalizados, comunicações eletrónicas, serviços postais, serviço de recolha e tratamento de águas residuais, serviços de recolha e tratamento de efluentes, serviços de gestão de resíduos sólidos urbanos e de higiene urbana e serviço de transporte de passageiros);
  • Papelarias e tabacarias (jornais, tabaco);
  • Jogos sociais;
  • Clínicas veterinárias;
  • Estabelecimentos de venda de animais de companhia e respetivos alimentos;
  • Estabelecimentos de venda de flores, plantas, sementes e fertilizantes;
  • Estabelecimentos de lavagem e limpeza a seco de têxteis e peles;
  • Drogarias;
  • Lojas de ferragens e estabelecimentos de venda de material de bricolage;
  • Postos de abastecimento de combustível;
  • Estabelecimentos de venda de combustíveis para uso doméstico;
  • Estabelecimentos de manutenção e reparação de veículos automóveis e motociclos, tratores e máquinas agrícolas, bem como venda de peças e acessórios e serviços de reboque;
  • Estabelecimentos de venda e reparação de eletrodomésticos, equipamento informático e de comunicações e respetiva reparação;
  • Serviços bancários, financeiros e seguros;
  • Atividades funerárias e conexas;
  • Serviços de manutenção e reparações ao domicílio;
  • Serviços de segurança ou de vigilância ao domicílio;
  • Atividades de limpeza, desinfeção, desratização e similares;
  • Serviços de entrega ao domicílio;
  • Estabelecimentos turísticos, exceto parques de campismo, podendo aqueles prestar serviços de restauração e bebidas no próprio estabelecimento exclusivamente para os respetivos hóspedes;
  • Serviços que garantam alojamento estudantil;
  • Atividades e estabelecimentos já enunciados, ainda que integrados em centros comerciais.

E em Lisboa?

Para ajudar os lisboetas a saberem exatamente onde podem fazer compras durante o período do estado de emergência, a Câmara de Lisboa lançou a plataforma online Estamos Abertos. Através de um mapa interativo, que é atualizado continuadamente, é possível saber quais os estabelecimentos de comércio local que estão abertos na capital, evitando assim deslocações desnecessárias. A iniciativa da autarquia disponibiliza ainda um serviço de entregas ao domicílio.

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