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Verão 2020: Como ter umas férias seguras em tempos de pandemia

Não é possível eliminar totalmente o risco, mas pode prevenir e reduzir a possibilidade de contágio. Proteja-se a si, à sua família e aos outros.
verão 2020

Se a pandemia da Covid-19 colocou inúmeras restrições às viagens para o estrangeiro, os cortes nos rendimentos das famílias obrigam à contenção financeira. Assim, as férias de verão em 2020 serão, para a maioria dos portugueses, gozadas dentro de portas.

Férias de verão 2020: Vá para fora cá dentro”

O slogan “Vá para fora cá dentro”, do Turismo de Portugal, pode já ter 25 anos, mas está mais atual do que nunca. Conheça as recomendações da Direção-Geral da Saúde para ter umas férias seguras durante a pandemia, reduzindo o risco de ser contaminado ou de contaminar os outros, caso seja um assintomático.

Praias

No verão de 2020, as idas à praia estão sujeitas às regras do manual para a época balnear. Incluem-se as distâncias mínimas entre grupos na praia e chapéus de sol, lotação máxima de pessoas por toldo, interdição de atividades desportivas, obrigação de estacionamento em parques e informação sobre o estado de ocupação através de sinalética. Saiba mais no artigo “Idas à praia: conheça as regras a cumprir este verão”.

Poderá, em tempo real, saber o estado de ocupação dos areais, através da aplicação Info Praia.

Piscinas

As piscinas também já receberam ordem de reabertura, mas deve confirmar se cumprem as regras de prevenção, ocupação, higienização dos espaços e distanciamento físico entre utentes.

  • Nas piscinas onde sejam disponibilizadas cadeiras, espreguiçadeiras, chapéusdesol ou outros equipamentos idênticos, assegure-se que estes encontram-se a três metros de distância, exceto quando se tratarem de utilizadores do mesmo grupo;
  • Evite utilizar, dentro de água, equipamentos lúdicos e ou de uso coletivo, como boias ou colchões, que possam dificultar as regras de distanciamento físico;
  • Nos chuveiros exteriores, instalações sanitárias e áreas de circulação das piscinas é obrigatório o uso de calçado;
  • A ocupação máxima permitida deve ser definida em função das restrições necessárias ao cumprimento das regras de higiene e distanciamento físico entre utentes, sendo o número máximo de presenças admitido em cada piscina ao ar livre definido pela autarquia local competente;
  • Os responsáveis pela gestão de recintos com piscinas ao ar livre devem garantir a afixação das regras de funcionamento e das medidas de prevenção e mitigação implementadas em lugar bem visível, bem como adotar um sistema de sinalização à entrada do recinto que permita aos utentes obter informação sobre a ocupação do espaço.

Termas e Spas

Os espaços termais já reabriram ao público, mas com regras apertadas. Se deseja frequentar um destes estabelecimentos, lembre-se das orientações da DGS:

  • As consultas e tratamentos termais devem ser marcados previamente, de forma não presencial;
  • Deve existir um número limitado de termalistas, para possibilitar o distanciamento social recomendável de, pelo menos, dois metros;
  • Os espaços devem garantir o acesso, em todas as áreas, a solução de base alcoólica, bem como máscara cirúrgica, que deve ser utilizada dentro do espaço, na sala de espera ou na receção. Só poderá remover a máscara, se for necessário, quando estiver no gabinete de consulta e no decorrer dos tratamentos termais;
  • Os espaços devem ter ventilação adequada e a limpeza e a desinfeção deve ser regular;

Restaurantes e cafés

Restaurantes, cafés, pastelarias e esplanadas devem manter um distanciamento mínimo de 1,5m entre os lugares a ocupar. Sempre que circular dentro destes estabelecimentos, o uso de máscara é obrigatório. As regras para os utentes são:

  • Higienizar as mãos com solução à base de álcool ou com água e sabão, à entrada e à saída do estabelecimento (antes da refeição deve ser privilegiada a lavagem das mãos com água e sabão);
  • Respeitar a distância entre pessoas de, pelo menos, dois metros (exceto coabitantes);
  • Cumprir medidas de etiqueta respiratória;
  • Utilizar máscara nos serviços take away;
  • Evitar tocar em superfícies e objetos desnecessários;
  • Dar preferência ao pagamento através de meio que não implique contato físico entre o colaborador e o cliente (por exemplo, terminal de pagamento automático contactless).

Museus, espaços culturais e espaços de lazer

Desde o início de junho que já possível a realização de espetáculos culturais, desde que as orientações da DGS sejam cumpridas. Os cinemas, teatros, auditórios e salas de espetáculos deverão ter a lotação reduzida, com lugares marcados e distanciamento físico. A lista das normas é extensa, mas para público destacam-se as seguintes:

  • Respeitar os circuitos próprios para entradas e saídas;
  • Usar sempre máscara em espaços fechados e higienizar as mãos sempre que possível;
  • Respeitar o distanciamento físico de dois metros entre as pessoas;
  • Evitar filas e limitar a permanência nos locais apenas pelo tempo necessário;
  • Comprar bilhete antecipadamente, recorrendo, sempre que possível, a pagamentos sem contacto;

Os espetáculos ao ar livre podem acontecer, delimitando o recinto para permitir o controlo do acesso, mesmo que gratuito. Devem seguir normas de distanciamento social e de circulação, de forma a minimizar o contacto físico.

Alojamento

O Turismo de Portugal implementou o selo “Clean&Safe”, que permite identificar os estabelecimentos e serviços que implementaram medidas de higiene e de segurança reforçadas.

Não foi determinada uma limitação geral de ocupação, mas cada estabelecimento deve definir um Plano de Contingência a aplicar em contexto COVID-19, com normas e regras de circulação e usufrutos dos espaços, individuais ou comuns, assim como os procedimentos de higiene e limpeza. Saiba mais sobre o selo “Clean&Safe”.

 

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