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Por que deve fazer um complemento de reforma

Começou a trabalhar há poucos anos e deseja gozar uma reforma confortável, sem percalços financeiros? Nesse caso, deve começar a preparar o seu complemento de reforma o quanto antes.
Razões para fazer um complemento de reforma

As pessoas vivem cada vez mais anos depois dos 65 anos, perto da idade de acesso à reforma. A par disso, os valores das pensões tendem a ser mais baixos. Quem não preparar um bom complemento de reforma, inevitavelmente, vai confrontar-se com uma quebra do seu rendimento disponível depois da vida ativa. Saiba como construir um pé-de-meia que complemente a sua reforma, de modo a garantir uma boa qualidade de vida nessa fase da vida.

Porquê planear com tempo?

“É um imperativo”, explica Rita Pimentel, especialista do Montepio. “As pessoas estão conscientes da enorme crise que atravessamos e das dificuldades que nos esperam”, continua a responsável.

O receio dos portugueses em relação ao futuro tem vindo a aumentar. Essas incertezas refletem-se na preocupação das gerações mais novas com o planeamento antecipado da reforma.

Segundo a especialista do Montepio, a principal vantagem de planear um complemento de reforma é a possibilidade de equacionar os vários cenários menos favoráveis que, em termos de rendimento, podem acontecer numa fase mais vulnerável da vida.

Ao atuar na prevenção do futuro, justifica Rita Pimentel, estaremos mais aptos a fazer face à eventual quebra de rendimentos que poderá acontecer quando nos reformarmos.

Como escolher o complemento de reforma?

Um bom complemento de reforma deve integrar, no mínimo, um produto de capitalização e um de proteção. “O produto de capitalização é uma poupança para utilizar após a idade da reforma. Dá-nos a liberdade de escolher o que fazer com essa poupança”, refere Rita Pimentel.

O produto de proteção destina-se a “definir o valor da pensão vitalícia a receber a partir da idade da reforma”. É um produto que nos “dá a tranquilidade do recebimento mensal e vitalício do rendimento que vai complementar a pensão de reforma da Segurança Social”.

Produto de capitalização

  • Deve oferecer garantia do capital e do rendimento capitalizado atribuído, flexibilidade nas entregas e a possibilidade de reembolsos
  • Permite constituir uma poupança que, após a reforma, pode ser utilizada como folga financeira
  • Pode ser iniciado em qualquer idade. É aconselhável que tenha início, o mais tardar, a partir dos 35 anos

Produto de proteção

  • Permite determinar o valor da pensão mensal vitalícia a receber a partir da idade da reforma
  • Possibilita a redução do valor subscrito, caso venha a verificar-se tal necessidade. Em caso de desistência, não perde parte das entregas efetuadas, caso surja um imprevisto que o obrigue a essa decisão
  • Deve ser subscrito entre os 45 e os 50 anos

Quais os produtos disponíveis?

Os Planos Poupança Reforma (PPR) continuam a ser a opção mais popular entre os portugueses. Além dos planos privados, estão também disponíveis no mercado os Certificados de Reforma, apelidados de PPR do Estado. Os fundos de pensões são outra das alternativas para quem pretende acautelar um complemento de reforma.

Soluções mutualistas

Os associados da Associação Mutualista Montepio têm duas modalidades para constituírem o seu plano de complemento de reforma: a modalidade Montepio Poupança Reforma e a modalidade Montepio Pensões de Reforma.

O Montepio Poupança Reforma é uma solução de capitalização que, além da taxa de rendimento estável, pode ser comparada com os PPR: tem a mesma fiscalidade, a vantagem de garantir o capital entregue e o rendimento capitalizado atribuído.

A modalidade de proteção Montepio Pensões de Reforma permite determinar o valor da pensão mensal vitalícia a receber a partir da idade de reforma escolhida. Permite ainda, ao subscritor, reduzir o valor da proteção. Ou desistir, sem perda de parte das entregas efetuadas, em caso de necessidade.
Esta modalidade permite ainda, durante o período de subscrição ou após o início do seu recebimento, a majoração do valor da pensão através da atribuição anual de melhorias.

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