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6 conselhos para dar o melhor uso ao subsídio de Natal

Com o pagamento do subsídio de Natal surge a habitual dúvida: gastar ou poupar? Leia este artigo e livre-se dessa indecisão.

O subsídio de Natal – ou 13.º mês – é uma gratificação obrigatória e exclusiva dos trabalhadores por conta de outrem. Corresponde a um salário e tem de ser pago até 15 de dezembro. Se já recebeu o seu subsídio de Natal, saiba como utilizá-lo de forma equilibrada.

1. Seja generoso q.b.

O Natal é, por excelência, uma época de partilha e generosidade. Por isso não é de estranhar que um dos seus pontos altos seja a distribuição de presentes. Mas é necessário ter cuidado para não se deixar levar pela euforia do consumo característica desta quadra festiva. Pode presentear quem mais gosta, mas sem gastar todo o subsídio de Natal. Para tal, basta seguir algumas regras: estabelecer um limite de despesa geral e por presente, fazer uma lista das pessoas a quem quer oferecer presentes e fazer compras de Natal com tempo e em espaços comerciais menos concorridos.

Neste Natal, gostava de oferecer presentes realmente úteis, mas está sem ideias? Conheça os presentes poupança da Associação Mutualista Montepio (para miúdos e graúdos).

2. Garanta o seu bem-estar na reforma

Por que não aplicar parte do subsídio de Natal num complemento de reforma, para desfrutar de uma pensão idêntica ao último salário? Tem à sua disposição inúmeras opções no mercado, como planos poupança reforma (PPR), fundos de pensões e seguros de capitalização. Pode optar ainda por soluções mutualistas. A Associação Mutualista Montepio disponibiliza duas soluções que lhe permitem constituir uma reserva financeira para complementar a reforma: Poupança Reforma e Pensões de Reforma.

Além de permitirem acautelar uma aposentação confortável, as soluções de poupança reforma proporcionam benefícios fiscais.

3. Livre-se de dívidas

Se tem dívidas, aproveite o subsídio de Natal para amortizá-las. Esta recomendação destina-se, em especial, a quem tem prestações de um crédito pessoal ou de um cartão de crédito (por norma, as taxas de juro cobradas são muito elevadas).

No caso do crédito à habitação, pode não compensar amortizá-lo, uma vez que as taxas de juro se encontram em níveis muito baixos. Antes de tomar essa decisão é aconselhável que faça algumas contas. Calcule quanto pouparia em juros, spread, seguros de vida e comissões bancárias com a amortização do crédito à habitação e quanto ganharia se, ao invés, investisse o dinheiro. Depois, compare os dois resultados.

Se decidir amortizar parte do crédito à habitação, pode fazê-lo pelo montante que entender. No entanto, deve amortizar na data que coincide com o pagamento da prestação e avisar a instituição bancária com, pelo menos, sete dias de antecedência.

A instituição pode cobrar uma comissão máxima pelo reembolso antecipado correspondente a:

  • 0,5% do capital que é reembolsado, no caso de contratos com taxa de juro variável;
  • 2% do capital que é reembolsado, no caso de contratos com taxa de juro fixa.

4. Proteja-se contra imprevistos

Os imprevistos acontecem. Por isso, é importante estar preparado/a para lidar com o acaso, como ter um fundo de emergência. Se ainda não tem, aproveite o que lhe sobrar do subsídio de Natal para constituir a sua almofada financeira.

Um fundo de emergência funciona como uma tábua de salvação financeira para fazer face a qualquer eventualidade no futuro como, por exemplo, uma situação de desemprego ou um acidente que implique ficar sem rendimentos durante um determinado período. O aconselhável é que contenha um valor equivalente a, pelo menos, seis vencimentos.

À semelhança de qualquer poupança ou investimento, o dinheiro do fundo de emergência deverá ser rentabilizado. Para esse efeito, a remuneração deve superar o valor da inflação. Qualquer que seja a solução escolhida, deve permitir mobilizar o dinheiro a qualquer momento.

5. Poupe para um futuro melhor

Caso já tenha um fundo de emergência, pode utilizar uma parcela do subsídio de Natal para constituir uma poupança.

Existem múltiplas soluções de aforro disponíveis. Escolha uma modalidade tendo em conta o prazo de subscrição, o montante de constituição, a taxa de juro associada, a liquidez e a segurança. Os associados da Associação Mutualista Montepio têm à sua disposição várias soluções de poupança, adequadas às necessidades e momentos da vida.

6. Relaxe e desfrute em família

E que tal aproveitar também o subsídio de Natal para dar uma escapadinha em família? Não necessita gastar muito, nem ir muito longe. Em Portugal, de Norte a Sul, encontra destinos encantadores que tornam o Natal inesquecível e divertem toda a família. Já conhece as experiências da Associação Mutualista Montepio?  Saiba mais em https://www.montepio.org/vantagens-montepio/experiencias-agenda/

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