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Cinco ideias para rentabilizar o subsídio de Natal

Recebeu o subsídio de Natal, mas não sabe onde aplicá-lo? Conheça algumas sugestões para rentabilizar esse montante.

Para os trabalhadores por conta de outrem, o Natal é (também) sinónimo de rendimento extra. Em novembro ou dezembro, é depositado na conta bancária destes trabalhadores o subsídio de férias. Uma quantia que vem mesmo a calhar para as famílias comprarem os presentes de Natal e fazerem face às despesas extra da quadra natalícia. Mas a prudência financeira recomenda que parte do subsídio de Natal seja utilizado para poupar ou ajudar a pagar dívidas.

1. Reforçar fundo de emergência

Aproveitar o subsídio de Natal para fazer ou reforçar um fundo de emergência é uma das primeiras soluções indicadas pelos especialistas em finanças pessoais. Um fundo de emergência funciona como uma tábua de salvação financeira para fazer face a qualquer eventualidade no futuro como, por exemplo, uma situação de desemprego ou um acidente que implique ficar sem rendimentos durante um determinado período. O aconselhável é que contenha um valor equivalente a, pelo menos, seis vencimentos. Se ainda não constituiu a sua almofada financeira poderá fazê-lo agora.

O dinheiro do fundo de emergência deverá ser rentabilizado, à semelhança de qualquer poupança ou investimento. Para esse efeito, a remuneração deve superar o valor da inflação. Além disso, qualquer que seja a solução escolhida, deve permitir mobilizar o dinheiro a qualquer momento.

2. Poupar

Se já tem um fundo de emergência, utilize o subsídio de Natal para criar uma poupança. Existem múltiplas soluções de aforro no mercado. Escolha uma modalidade, considerando o prazo de subscrição, o montante de constituição, a taxa de juro associada, a liquidez e a segurança. Os associados da Associação Mutualista Montepio têm à sua disposição várias soluções de poupança, como o Poupança Expresso Net: um plano mutualista a três anos, com uma remuneração crescente e possibilidade de reembolso a qualquer momento. A subscrição é efetuada online (não exige mais de três minutos) e através de uma entrega única. Se puder poupar durante mais tempo, pode optar pela modalidade mutualista Poupança + Net. Lembre-se que quanto maior o prazo, maior a remuneração. Conheça outras soluções mutualistas de poupança adequadas às suas necessidades.

E que tal oferecer um presente poupança?

Este Natal, a Associação Mutualista Montepio criou um conjunto de vouchers de poupança pensados para os filhos, os netos, os sobrinhos ou os amigos, com diferentes montantes possíveis de oferta. Poderá adquiri-los com toda a comodidade no site da associação. Depois, é só esperar que o presente poupança chegue a sua casa, embrulhá-lo e oferecê-lo.

3. Investir

Outra possibilidade é aplicar o subsídio de Natal num produto de investimento. Neste caso, recorde-se que a escolha do produto de investimento depende, em traços gerais, do seu perfil de risco enquanto investidor (conservador, moderado ou agressivo) e do cumprimento dos três pilares fundamentais para um bom investimento (diversificação, liquidez e informação).

Investir em depósitos com horizonte temporal mais alargado – três ou cinco anos –, em fundos de investimentos – de ações, obrigações, mistos, flexíveis, imobiliários, entre outros – ou no mercado bolsista são algumas das soluções que poderão assegurar taxas mais de remuneração mais elevadas.

4. Preparar a reforma

Já começou a preparar o seu complemento à reforma, para desfrutar de uma pensão idêntica ao último salário? Se ainda não fez, deve apressar-se, mesmo que ainda esteja longe da idade da reforma. Quanto mais cedo começar a poupar para esse objetivo, menor o montante que terá de pôr de lado mensalmente. Pode aproveitar o subsídio de Natal para esse objetivo. Além dos planos poupança reforma (PPR) ou dos fundos de pensões, poderá optar por soluções mutualistas. A Associação Mutualista Montepio disponibiliza duas soluções que lhe permitem constituir uma reserva financeira para complementar a reforma: Poupança Reforma e Pensões de Reforma.

5. Amortizar crédito à habitação

Muitos portugueses aproveitam para somar os subsídios de Natal a outras poupanças e amortizar parte do crédito à habitação. No entanto, se está inclinado para esta opção é aconselhável que comece por fazer cálculos. Compare o spread do seu empréstimo com a remuneração média das soluções de poupança existentes no mercado. O objetivo é avaliar se compensa amortizar o capital em dívida no crédito ou se conseguirá obter maior rentabilidade se aplicar as suas economias.

Se decidir pagar parte do montante em dívida, poderá fazê-lo no montante que entender. No entanto, deve fazê-lo na data que coincide com o pagamento da prestação e avisar a instituição bancária com, pelo menos, sete dias de antecedência.

A instituição pode cobrar uma comissão máxima pelo reembolso antecipado que corresponde a:

  • 0,5% do capital que é reembolsado, no caso de contratos com taxa de juro variável;
  • 2% do capital que é reembolsado, no caso de contratos com taxa de juro fixa.

 

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