Passo a passo: como calcular o IRS em 2022

Soma, subtração, divisão e multiplicação. O cálculo do IRS implica fazer todas estas operações, várias vezes. Saiba como calcular o IRS e se vai receber reembolso ou pagar imposto adicional, este ano.
Artigo atualizado a 27-07-2022

Saber como calcular o IRS é importante para poder planificar as finanças pessoais. Por exemplo, em caso de reembolso, pode destinar-se esse dinheiro para pagar despesas extraordinárias, como o seguro do carro ou o imposto da casa. Já em situação de imposto adicional a pagar, podem fazer-se algumas poupanças para acautelar esse pagamento.

Neste artigo, explicamos, detalhadamente, como calcular o IRS de 2021, a entregar em 2022, considerando a tributação conjunta. Para tal, utilizamos o exemplo de um casal fictício com dois filhos.

Como calcular o IRS

Exemplo – Casal com dois filhos

A Joana e o Pedro são casados e têm dois filhos, a Rita e o Simão, com quatro e sete anos de idade, respetivamente. Ambos os cônjuges são trabalhadores dependentes.

 

Passo 1. Determinar o rendimento bruto anual

O rendimento bruto anual calcula-se adicionando todos os rendimentos brutos recebidos num ano civil.

Exemplificando

Para se obter o rendimento bruto anual do nosso casal fictício, adiciona-se o rendimento bruto anual recebido por cada um dos cônjuges.

Ora, em 2021, a Joana recebeu 18 200 euros brutos (1 300 euros x 14 meses). Por sua vez, o Pedro auferiu 35 000 euros brutos (2 500 euros x 14 meses). Tudo somado, obtém-se um rendimento bruto anual conjunto de 53 200 euros (35 000 euros + 18 200 euros).

 

Passo 2. Apurar o rendimento coletável

É o rendimento coletável que determina o escalão de IRS e, consequentemente, o imposto a pagar. Calcula-se subtraindo ao rendimento bruto anual as deduções específicas e os abatimentos aplicáveis. Tratando-se de tributação conjunta é ainda necessário dividir o resultado dessa subtração pelo quociente familiar (2).

Exemplificando

No caso da Joana e do Pedro, cada um tem direito a uma dedução específica de 4 104 euros. Esta é a dedução específica prevista para quem recebe rendimentos do trabalho dependente (categoria A) e cujo rendimento bruto anual não ultrapassa 37 309,09 euros.

Deste modo, ao rendimento bruto anual do casal (53 200 euros) subtraem-se 8 208 euros (4 104 euros + 4 104 euros), obtendo-se assim 44 992 euros. Dividindo esse resultado por 2 (quociente familiar), alcança-se um rendimento coletável de 22 496 euros. É sobre esse rendimento que vai incidir o IRS.

Passo 3. Identificar o escalão de IRS e as respetivas taxas

São sete os escalões de IRS. A cada um deles corresponde um intervalo de rendimento coletável e duas taxas de imposto, como mostra a tabela das taxas gerais (ver abaixo).

EscalãoRendimento coletávelTaxa normal Taxa média
1.º Até 7 112 €14,5%14,500%
2.º De mais de 7 112 € até 10 732 €23%17,367%
3.º De mais de 10 732 € até 20 322 € 28,5%22,621%
4.ºDe mais de 20 322 € até 25 075 €35%24,967%
5.ºDe mais de 25 075 € até 36 967 €37%28,838%
6.ºDe mais de 36 967 € até 80 882 €45%37,613%
7.ºSuperior a 80 882 €48%

Para saber qual é o escalão de um dado rendimento coletável, basta verificar em que intervalo se insere. Vejamos como se faz com o exemplo da Joana e do Pedro.

Exemplificando

Olhando para tabela das taxas gerais, verifica-se que o rendimento coletável do casal, de 22 496 euros, insere-se no intervalo de mais de 20 322 euros até 25 075 euros, que corresponde ao quarto escalão, com uma taxa normal de 35% e uma taxa média de 24,967%.

Passo 4. Calcular a coleta total

A coleta total do IRS – ou seja, o imposto a pagar antes de subtrair as deduções à coleta e o benefício municipal e de adicionar os acréscimos à coleta – pode ser calculada de três formas diferentes, como mostramos em seguida.

3 formas de calcular a coleta

MÉTODO 1

Distribui-se o rendimento coletável pelos vários escalões até àquele em que ficou enquadrado. Para saber quanto rendimento coletável cabe em cada escalão, faz-se a subtração entre o seu limite máximo e o seu limite mínimo.

Em seguida, multiplica-se o rendimento coletável que coube em cada escalão pela taxa normal desse escalão.

Depois, adicionam-se os valores obtidos anteriormente, e, finalmente, multiplica-se o valor resultante dessa adição pelo quociente familiar, ou seja, por dois.

Este é o método de cálculo da coleta do IRS que exige mais contas.

Exemplificando

Retomando o nosso exemplo, para calcular a coleta total do IRS da Joana e do Pedro começa-se por distribuir o seu rendimento coletável pelos vários escalões.

Assim, os 22 496 euros são repartidos da seguinte forma:

1.º escalão

Neste escalão, até 7 112 euros, pode-se encaixar precisamente 7 112 euros (7 112 euros – 0 euros). Faltam distribuir 15 384 euros (22 496 euros – 7 112 euros).

2.º escalão

Neste escalão, de mais de 7 112 euros até 10 732 euros, cabem 3 620 euros (10 732 euros – 7 112 euros). Sobram 11 764 euros (15 384 euros – 3 620 euros).

3.º escalão

Neste escalão, de 10 732 euros até 20 322 euros, é possível colocar 9 590 euros (20 322 euros – 10 732 euros). Restam 2 174 euros.

4.º escalão

Neste escalão, de mais de 20 322 euros até 25 075 euros, podem inserir-se 4 753 euros (25 075 euros – 20 322 euros). Fica assim encaixado o rendimento coletável remanescente (2 174 euros).

O rendimento coletável da Joana e do Pedro (22 496 euros) ficou assim distribuído:

1.º escalão = 7 112 euros
2.º escalão = 3 620 euros
3.º escalão = 9 590 euros
4.º escalão = 2 174 euros

Distribuído o rendimento coletável, multiplica-se o que coube em cada escalão pela taxa normal desse escalão.

7 112 euros x 14,5% = 1 031,24 euros

3 620 euros x 23% = 832,6 euros

9 590 euros x 28,5% = 2 733,15 euros

2 174 euros x 35% = 760,9 euros

Agora, adicionam-se os valores obtidos.

1 031,24 euros + 832,6 euros + 2 733,15 euros + 760,9 euros = 5 357,89 euros

Por fim, multiplica-se o último valor obtido pelo quociente familiar (2), determinando-se assim a coleta total do casal.

5 357,89 euros x 2 = 10 715,78 euros

 

MÉTODO 2

Aqui, o rendimento coletável também é dividido, mas de forma diferente.

Quando o rendimento coletável é superior a 7 112 euros (limite máximo do primeiro escalão) é dividido em duas partes não iguais. A primeira é igual ao limite máximo do maior dos escalões que couber no rendimento coletável, à qual se aplica a taxa média desse escalão.

A segunda é igual à diferença entre o rendimento coletável e a primeira parte, à qual se aplica a taxa normal do escalão imediatamente superior.

Por fim, adicionam-se os valores resultantes da multiplicação de cada parte pela taxa aplicável e multiplica-se o valor resultante dessa adição pelo quociente familiar, ou seja, por dois. Fica assim concluído o cálculo da coleta total.

Este é o método de cálculo da coleta total apresentado no Código do IRS (CIRS), no artigo 68.º.

Continuando com o nosso exemplo, mostramos em seguida todos os cálculos necessários para determinar a coleta total através deste método.

Exemplificando

Como o rendimento coletável da Joana e do Pedro é superior a 7 112 euros, tem de ser dividido em duas partes desiguais. A primeira parte corresponde ao limite máximo do maior dos escalões que couber no rendimento coletável, que, neste caso, é o do terceiro escalão (20 322 euros).

A segunda parte corresponde à diferença entre o rendimento coletável da Joana e do Pedro (22 496 euros) e a primeira parte (20 322 euros), sendo assim de 2 174 euros.

1.ª parte = 20 322 euros

2.ª parte = 2 174 euros

Segue-se a aplicação das taxas. Para tal multiplica-se a primeira parte pela taxa média do terceiro escalão e a segunda parte pela taxa normal do quarto escalão.

20 322 euros x 22,621% = 4 597,03 euros

2 174 euros x 35% = 760,9 euros

Adicionam-se então os valores que resultaram da aplicação das taxas.

4 597,03 euros + 760,9 euros = 5 357,93 euros

Finalmente, multiplica-se o valor que resultou da adição anterior pelo quociente familiar (2). Fica assim calculada a coleta total do casal.

5 357,93 euros x 2 = 10 715,86 euros

 

MÉTODO 3

Multiplica-se todo o rendimento coletável pela taxa normal do escalão em que este ficou enquadrado. Depois, subtrai-se a parcela a abater correspondente a esse escalão, que consta na chamada tabela prática do IRS (ver abaixo). Por último, multiplica-se o resultado da subtração anterior pelo quociente familiar (2).

Este é o método que a Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) utiliza na nota de liquidação, em que demonstra os cálculos que efetuou para calcular o IRS. Se ficou dúvidas sobre como calcular o IRS através dos dois métodos anteriores, recomendamos que utilize este último método. É o mais simples de todos.

EscalãoRendimento sujeito a impostoTaxa normal Parcela a abater
1.ºAté 7 112€14,5%0,00€
2.ºDe mais de 7 112€ até 10 732€23%604,54€
3.ºDe mais de 10 732€ até 20 322€28,5%1 194,80€
4.ºDe mais de 20 322€ até 25 075€35%2 515,63€
5.ºDe mais de 25 075€ até 36 967€37%3 017,27€
6.ºDe mais de 36 967€ até 80 882€45%5 974,54€
7.ºSuperior a 80 882€48%8 401,21€

Retomando o exemplo da Joana e do Pedro, calculemos então a sua coleta total do IRS.

 

Exemplificando

Multiplica-se todo o rendimento coletável da Joana e do Pedro pela taxa normal do quarto escalão.

22 496 euros x 35% = 7 873,6 euros

Ao valor resultante da multiplicação anterior subtrai-se a parcela a abater do quarto escalão.

7 873,6 euros – 2 515,63 euros = 5 357,97 euros

Finalmente, multiplica-se o valor obtido na subtração anterior pelo quociente familiar (2). Obtém-se desta forma a coleta total da Joana e do Pedro.

5 357,93 euros x 2 = 10 715,86 euros

A coleta total de IRS da Joana e do Pedro é de 10 716 euros (arredondado à unidade).

 

Passo 5. Calcular as deduções à coleta

À coleta total do IRS – o imposto a pagar – são deduzidas as deduções à coleta.

Conheça todas as deduções à coleta do IRS

Exemplificando

Pelo facto de terem dois filhos, a Joana e o Pedro podem deduzir à sua coleta total 600 euros por cada um, num total de 1 200 euros.

O casal também pode deduzir parte de despesas que suportaram em 2021.

Na página de cada elemento da família constam as seguintes despesas e respetivas deduções:

Joana
  • Despesas gerais familiares: 10 756,02 euros (dedução de 250 euros)
  • Saúde: 614,36 euros (dedução de 92,22 euros)
  • Restauração e alojamento: 2 012,13 euros (dedução de 34,68 euros)
  • Cabeleireiros: 993,45 euros (dedução de 27,87 euros)
  • Atividades veterinárias: 666,61 euros (dedução de 17,15 euros)

 

Pedro
  • Despesas gerais familiares: 7 169,51 euros (dedução de 250 euros)
  • Restauração e alojamento: 204,18 euros (dedução de 3,54 euros)
  • Reparação de automóveis: 529,45 euros (dedução de 14,85 euros)
  • Ginásios: 221,03 euros (dedução de 4,02 euros)

 

Rita
  • Saúde: 180 euros (dedução de 27 euros)
  • Educação: 83, 74 euros (dedução de 25,12 euros)

 

Simão
  • Educação: 344 euros (dedução de 103,2 euros)

 

As deduções à coleta desta família totalizam 2 049,65 euros.

 

Passo 6. Determinar o limite da soma das deduções à coleta

A soma das deduções à coleta relativas a saúde, educação, imóveis, pensões de alimentos, lares, exigência de fatura e benefícios fiscais tem um limite máximo por agregado familiar. Apenas os agregados com rendimentos coletáveis enquadrados no primeiro escalão (até 7 112 euros) não estão sujeitos a este limite.

O limite da soma das referidas deduções à coleta varia consoante o rendimento coletável e o número de dependentes do agregado familiar. Assim:

  • Entre o segundo e o sexto escalão (de mais de 7 112 euros até 80 882 euros), o limite resulta da aplicação de uma fórmula matemática (ver abaixo), variando entre 1 000 euros e 2 500 euros.

1 000 euros + [(2 500 euros – 1 000 euros) x (valor do último escalão – Rendimento Coletável) / (valor do último escalão – valor do primeiro escalão) ]

  • No sétimo escalão, o limite é de 1 000 euros.

Nos agregados familiares com três ou mais dependentes, o limite é majorado em 5%, por cada um.

Exemplificando

Aplicando as regras do limite da soma das deduções à coleta ao caso da Joana e do Pedro, obtemos o valor de 2 185 euros.

= 1 000 euros + [(2 500 euros – 1 000 euros) x (80 882 euros – 22 496 euros) / (80 882 euros – 7 112 euros) ] = 1 000 euros + [1 500 euros x (58 386 euros /  73 770 euros) ] = 1 000 euros + [1 500 euros x (0,79 euros) ] = 1 000 euros + 1 185 euros = 2 185 euros

Retirando as deduções relativas aos descendentes (1 200 euros) e às despesas gerais familiares (500 euros), que não contam para o limite, as restantes deduções do casal totalizam 1 108 euros, encontrando-se assim dentro do limite aplicável ao seu caso. Assim sendo, podem deduzir todo o valor.

 

Passo 7. Calcular a coleta líquida do IRS

A coleta líquida corresponde ao imposto que efetivamente é devido pelo agregado familiar. Calcula-se subtraindo à coleta total as deduções à coleta e o benefício municipal (se for o caso).

Exemplificando

Para calcular a coleta líquida da Joana e do Pedro deduzimos à sua coleta total (10 716 euros) as suas deduções à coleta (2 049,65 euros). Alcança-se assim uma coleta líquida de 8 666,35 euros.

 

Passo 8. Deduzir a retenção na fonte

Este passo, o último, destina-se a fazer o acerto de contas entre o imposto que foi retido na fonte (imposto adiantado ao Estado) e o que é efetivamente devido.

Para tal, deduz-se à coleta líquida as retenções na fonte efetuadas ao longo do ano. Se as retenções na fonte tiverem sido superiores à coleta líquida, há lugar a reembolso. Caso as retenções na fonte tenham sido inferiores, deve ser pago o imposto em falta.

Exemplificando

Qual será a situação da Joana e do Pedro? Tudo depende das retenções na fonte que efetuaram em 2021.

No ano passado, a Joana e o Pedro retiveram na fonte, respetivamente, 2 310 euros (1 300 euros x 12,7% x 14) e 8 330 euros (3 500 euros x 23,8% x 14), totalizando 10 640 euros, acima da sua coleta líquida.  Tal significa que têm direito a reembolso.

Reembolso = 10 640 euros – 8 666,35 euros = 2 732 euros.

Em 2022, a Joana e Pedro têm direito a um reembolso de  1 973,65 euros.

 

Tome nota

As informações sobre o rendimento bruto anual, as retenções da fonte de IRS e as contribuições para a Segurança Social podem ser consultadas na declaração (Modelo 10) que a entidade patronal tem de enviar a cada colaborador, até 10 de fevereiro.

Agora que já sabe como calcular o IRS, faça as contas ao seu imposto. Bons cálculos!

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